Se você acha que já viu de tudo na internet, se você não se surpreende nem com cenas envolvendo porquinhos da índia, máquinas de moer carne e anões adolescentes, você não perde por esperar. BNDESEX apresenta a promiscuidade que você pensou que não era possível. As maiores sacanagens da rede! Veja só estes trechos:
 
" - Monsenhor, eu acabei de dar.
- Dá? Deu?"
 
"- Em cima daquilo, tudo bem?"
 
"- Olha, nós estamos muito assustados com esse "núcleo duro".
 
" - Agora, se precisarmos de uma certa pressão...
- ...Não tenha dúvida.
- A idéia é que podemos usá-lo aí para isso.
- Não tenha dúvida.
- Tá bom.
- É muito melhor, não é?"
 
"- Nós vamos fechar daquele jeito que só nós sabemos fechar."
 
"Im too old for this shit, entendeu? (risos). Depois disso a gente vai cometer um drink não é? (mais risos)"
 
"- Nós estamos indo no nosso limite de irresponsabilidade..."
 
" -A gente tem que depurar aquela porcariada com quem eu estou convivendo nessas três semanas."
 
" - Não, a hora que der merda a gente diz: "Estamos juntos desde o início."
 
Atenção!
Os custos destas ligações, 22 bilhões de dólares, serão creditado na sua conta telefônica. Veja alguns diálogos que você vai encontrar em BNDSEX. Não é possível identificar a ordem exata das conversas. Organizamos os diálogos no que seria a ordem cronológica mais provável. Para preservar a identidade dos participantes, os nomes foram alterados.

 

ISTO NÃO É FICÇÃO! TODAS AS FALAS SÃO REAIS!

 

Monsenhor - Alô.

Príncipe entra na sala.

Príncipe - Oi.

Monsenhor - Oi.

Príncipe - E aí, como é que foi?

Monsenhor - Fala rápido, porque senão cai as coisas aqui.

Príncipe - Não, puta, vou te dizer, rapaz. Esta linha aqui é piada, é brincadeira.

Monsenhor - O quê?

Príncipe - É brincadeira essa linha aqui da Telerj, viu?

Monsenhor - É, é.

Príncipe - E aí?.

Monsenhor - Alô.

Príncipe - Oi.

Monsenhor - Fala.

Pi entra na sala

Pi - Alô.

Monsenhor - Oi.

Pi - Oi.

Monsenhor - Fala, Pi.

Pi - O S... separou do professor pardal e está entrando sozinho.

Monsenhor - Tá bom. Posso ficar tranquilo?

Pi - Acho que sim.

Monsenhor - Tá bom, um abraço. O príncipe está aí?

Pi - Alô?

Monsenhor - O príncipe está aí?

Pi - O príncipe está aqui.

Príncipe - Fala, monsenhor bispo.

Monsenhor - Bom, eu estou aqui cuidando do povo, enquanto vocês cuidam dessas coisas de vender Telebrás, aí.

Príncipe - O financiamento pra cuidar do povo foi dado aqui.

Monsenhor - (rindo) Mas está tudo bem, né?

Príncipe - Tudo bem. Vamos fechar agora

Bibi entra na sala

Bibi Alô?

Monsenhor - Alô.

Bibi- Monsenhor, como está o senhor, tudo bem?

Monsenhor - Tudo bom.

Bibi - Em cima daquilo, tudo bem?

N. entra na sala

N.- Alô.

Ela entra na sala

Ela - Oi.

R. Oi. Ela, tudo bem?

Ela - Tudo. Quer dizer, eu tenho só uma frase prá te dizer: "Im too old for this shit", entendeu? (risos). Depois disso a gente vai cometer um drink não é? (mais risos)

R.- Depois que passar isso aí e tem de ser antes do final de semana que vem, que eu vou tirar umas férias prolongadas.

Pi - Oba.

Monsenhor - Tá. E a reunião com o povo aí?

Ela - Ainda bem que tem vocês do outro lado. É um poço de gente fina, sabe? A gente tem que depurar aquela porcariada com quem eu estou convivendo nessas três semanas.

Monsenhor - E eles estão dentro?

Pi - Eles estão dentro. Agora, o povo aqui é que é de matar, sabe?

Monsenhor - Você falou com os italianos, não?

Pi - Eu falei. O C. me ligou, disse que tá aberto.

Monsenhor - Não, tudo bem. Nós vamos fechar daquele jeito que só nós sabemos fechar.

Pi - Tá bom.

Monsenhor - Tá bom? Agora, nós vamos fazer um misto. Vamos pôr os italianos, os fundos e alguns dos grupos nacionais. Mas olha, o Fucker me ligou, que já deve ter chegado nele também.

Pi - Não, tá chegando. Eu tava até esperando

Monsenhor - Agora, nós temos que chamar esse pessoal e fechar hoje à noite.

Pi - É que essa é a única dúvida que tem. Tá bom?

Monsenhor - Tá bom?

Príncipe - Ô, Monsenhor, o esquema é muito claro.

Monsenhor - Hã? Não, nós vamos pôr os italianos

Príncipe - Não. Os italianos não entram com eles.

Monsenhor - Não entram? Bom, nós vamos fazer na marra esse negócio aí.

Príncipe - Então, eu acho o seguinte: a gente tem que pôr esses caras lá marginalmente. Eles entram para acalmar lá, eles entram lá, mas marginalmente.

Monsenhor - Eu concordo com você, Príncipe.

Príncipe - ...Vai dar problema.

Monsenhor - Concordo. E o Fucker me ligou falando do outro lado.

Príncipe - Eu estou ligando pro Fucker aqui.

Monsenhor - Não, o Fucker é do nosso lado.

Príncipe - Mas, há, então. Eu já tou ligando pra ele

Monsenhor - Pode ligar pra ele.

Príncipe - Eu já estou ligando pra falar com ele. Então, tá bom. Eu não queria falar.

Príncipe - Claro, tá bom.

Monsenhor - Agora, (tom irônico na voz) esse nacionalismo do Pi é que me irrita, pô.

Príncipe - Pois é... é difícil segurar ele aqui (risos).

Monsenhor - Tá bom.

Príncipe - Alô?

Fucker Doso entra na sala

Fucker Doso - Oi, Príncipe.

Príncipe - Oi, Fucker. Tudo bem?

Fucker Doso - Não tão bem quanto você (risos). Não estou vendendo telefônicas.

Príncipe - (risos) Mas eu não estou subindo tanto nas pesquisas. (risos)

Fucker Doso - (risos) Tá bom. Como é que está a coisa?

Príncipe - Se os portugueses levassem, seria ótimo.

Fucker Doso - Certo.

Príncipe - Agora, os portugueses são meio cerimoniosos, a gente não sabe bem com quem eles estão etc. Mas, seria muito bom. Eles são mais agressivos, são independentes um pouco dos espanhóis, estariam bem. Entraram com um consórcio com um nome chamado Por Com Norte Nordeste.

Fucker Doso - Sei (gargalhadas)

Príncipe - (risos) Então, quer dizer, é aquela coisa, né? "O filho que era a mãe" (gargalhadas).

Fucker Doso - (gargalhadas).

Príncipe - Inclusive, é o seguinte. É uma coisa muito ruim ir para a frente. É um risco enorme.

Fucker Doso - Eu acho também...

Príncipe - Muito complicado.

Fucker Doso - É, é.

Príncipe - Então, é muito chato. Olha, quase...

Fucker Doso - ...Muito chato.

Príncipe - Olha, quase...

Fucker Doso - Cheira a manobra perigosa.

Príncipe - Mas é quase explícito.

Fucker Doso - Eu acho.

Príncipe - Quase explícito.

Fucker Doso - Eu acho.

Príncipe - Agora, se precisarmos de uma certa pressão...

Fucker Doso - ...Não tenha dúvida.

Príncipe - A idéia é que podemos usá-lo aí para isso.

Fucker Doso - Não tenha dúvida.

Príncipe - Tá bom.

Fucker Doso - É muito melhor, não é?

Príncipe - Não tem dúvida nenhuma.

Fucker Doso - Esse outro...

Príncipe - Já teve aqui. A conversa é horrorosa.

Fucker Doso - É. Não dá, não dá.

Príncipe - É horrorosa. Tá?

Fucker Doso - Tá certo.

Príncipe - Então eu vou... nós vamos, vamos nessa linha.

Fucker Doso - Eu acho que sim.

Príncipe - E se precisar eu entro em contato de novo.

Fucker Doso - Tudo bem.

Príncipe - Tá bom?

Fucker Doso - Tá bem.

Príncipe - Então, tá bom.

Fucker Doso - Combinado.

Roberto Cláudio entra na sala

Roberto Cláudio- Alô.

Príncipe - Obrigado, tchau.

Fucker Doso sai da sala.

Roberto Cláudio - Fala, jovem.

Monsenhor - Oi.

Roberto Cláudio - Monsenhor, eu acabei de dar.

Monsenhor - Dá? Deu?

Roberto Cláudio - Tô viabilizando tudo. É o seguinte...

Monsenhor - Tá vendo como eu conheço você? (risos)

Roberto Cláudio - Nós estamos indo no nosso limite de irresponsabilidade...

Monsenhor - Não, não...

Roberto Cláudio - (ri alto) Eu dei uns três bi de fiança aqui hoje.

Monsenhor - (ri alto também) Não, mas olha...

Roberto Cláudio - Se der 30, só vai valer um pouco.

Monsenhor - É lógico. Mas isso aí nós tamos juntos, pô.

Roberto Cláudio - Não, a hora que der merda a gente diz: "Estamos juntos desde o início

Kid entra na sala.

Monsenhor - Kid? How are you?

Kid - Good.

Monsenhor - Im very happy.

Kid - Me too. I was hopping that we would get you in Rio to our celebration.

Monsenhor - (risos) Ok.

Kid - Ok, thank you.

Monsenhor - Bye, bye.

Kid - Bye, bye.

Kid sai da sala.

Fucker Doso - Alô?

Monsenhor - Fucker? Tudo bem?

Fucker Doso - E você, tá bem?

Monsenhor - Tudo bem. Tô com o Príncipe aqui.

Fucker Doso - Ah, é?

Monsenhor - É.

Fucker Doso - Esse é um senhor feliz. Vive na Europa.

Monsenhor - (risos)

Fucker Doso Algum problema aí?

Monsenhor - Nós tivemos, inclusive o MST invadiu ...

Fucker Doso - Eu soube, eu soube.

Monsenhor - Que é um pouco o que eu tinha dito. Nosso preço mínimo é R$ 13,400 bilhões, né? E nós chegaríamos a uns 16 bi, que é muito dinheiro.

Fucker Doso - Ajuda, né? (risos) Para quem tá na miséria...

Monsenhor - E, no fundo, a imprensa está muito favorável, os editoriais, tudo.

Fucker Doso - Está demais, né?

Monsenhor - Demais...

Fucker Doso - ...Estão exagerando, até... (risos).

Monsenhor - (risos) Foi uma catarse...

Fucker Doso - É.

Pi - Alô.

Monsenhor - Oi.

Pi - Tá dando confusão aqui.

Monsenhor - Bom, quanto mais confusão, melhor.

Pi - É, tá bom.

Monsenhor - O que o Carlinhos falou?

Pi - O Carlinhos está dizendo que quer a garotada do G.

Monsenhor - Não, não, não. Isso aí é companhia de telefone. Isso aí não é pra fazer pilantragem.

Pi - Eu falei...

Monsenhor - Vai pra puta que pariu.

Pi Só que o Banco do Brasil está financiando todo mundo, né?

Monsenhor - É, isso aí vai dar merda, viu?

Pi - Vai dar merda.

Príncipe - Alô?

Monsenhor - Oi.

Príncipe - Oi.

Monsenhor - Ligou o C. aqui.

Príncipe - Ahm?

Monsenhor - Falou: "O Fucker pediu... que eu precisava interferir no BB". Eu falei: "Não, não precisa mais, não" (risos).

Príncipe - Ahm... Não, me ligou o Mala agora.

Monsenhor - Nós vamos fazer desse limão, vamos fazer uma limonada.

Príncipe - É isso. Isso.

Monsenhor - Fala pro Zé ficar calmo.

Príncipe - Ele tá calmo, ele tá calmo. Agora, se nós, se nós, nós, nós financiarmos a seguradora do BB, depois de fazermos toda essa, esse, essa onda...

Monsenhor - É, mas faz... troca essa carta que, no fundo, não quer dizer nada, também. Porque eu não quero, 'cê entende? Olha, o negócio é mais complicado, Príncipe.

Príncipe - Claro, evidente.

Monsenhor - Pega o Mala e o Pepa, que são dois babacas, faz aquele discurso privatista e monta uma mutreta. O Mala é um babaca que está sendo enganado, ô Príncipe.

Príncipe - É impressionante, pô. Impressionante

Monsenhor - Ah, mas não tenha dúvidas. E não tem outro jeito?

Príncipe - É, não tem.

Monsenhor - Não tem, porque a grande aporrinhação é esses caras fazerem uma cagada e nós vamos ser acusados de ter deixado, entende?

Príncipe - É, não tem dúvida, não.

Monsenhor - Uma cartas do BNDES oferecendo financiamento para o BB.

Pi - E ele nega?

Monsenhor - Ele nem responde.

Pi - Tá, tá bom. Tá legal. Ele manda com data retroativa depois.

Monsenhor - Isso, manda. Agora, isso tá prometido pra ele, tá?

Pi - Tá legal, tá bom.

Monsenhor - E a ratada, aí?

Pi - A ratada está lá em cima. Eu estou aqui e depois eu vou subir já.

Pi - Tá. Espere um instantinho.

Monsenhor - Os outros foi tudo bem?

Pi - Os outros tá tudo bem.

Príncipe -Oi.

Príncipe - Não, é impressionante.

Monsenhor - Agora, vamos fechar essa página...

Príncipe - Virar e depois nós pensamos.

Monsenhor - É.

Príncipe - E o D. ficou na maior alegria. O D. eu estou convencido de que é...

Monsenhor - Laranjão.

Príncipe -É. Não, não sabe. Ele não sabe.

Monsenhor - Tá bom.

Príncipe -Tá bom?

Monsenhor - Tá, eu te aviso.

Príncipe - Impressionante. Olha, é um negócio inacreditável. É uma história...

Monsenhor - É comissão pra cá, comissão pra lá...

Príncipe - Rocambólica.

Monsenhor - É rezar, pra num... Agora, sabe o que o Bi me disse?

Príncipe - Hum?

Monsenhor - Olha, nós estamos muito assustados com esse "núcleo duro".

Príncipe - Hã?

Príncipe - Vem cá, eu preciso ir amanhã aí, não?

Monsenhor - Não.

Príncipe - Isso é bobagem, né?

Monsenhor - Bobagem.

Príncipe - Depois a gente se fala, então?

Monsenhor - Macaquinho de circo, só.

Príncipe - Então tá bom. Um abraço, tchau.



 
Sim, tenho mais de 18 anos e quero entrar no BNDESEX.
 
Tenho nojo, quero voltar para o